quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Quando Bate à Saudade - Adaptação - Pimentas do Reino

Quando bate à saudade...
Eu pego os cartões, eu leio e releio.
Aspiro bem fundo pra sentir teu perfume o teu cheiro.
E durmo com nossas fotografias coladas ao peito.

Quando bate à saudade...
Eu fecho os meus olhos e logo me vem o teu rosto
Teus olhos, teu corpo, tua voz e o teu gosto
Como eu queria poder te abraçar, te amar

Você me inspira poesia
Na hora do almoço, de noite ou de dia
Na fila do banco ou no banco da praça
Esqueço do tempo nem noto quem passa


E esse tempo não passa... 
Olhando para rua da porta do carro
Não vejo a hora de estar do teu lado
Deitar no teu colo e poder te acariciar

Quando bate a saudade...
Eu corro para os vídeos, eu vejo e revejo
Tua imagem, tua voz, teu sorriso tão meigo
Como eu queria poder te abraçar, te amar

Você me inspira poesia
Na hora da aula, no carro e na missa
No elevador, no corredor e na escada
Não vejo o mundo, nem noto quem passa

E o tempo não passa...
Eu fico olhando a lua do carro
Imaginando que é a mesma lua que esta do teu lado
Te guardando e te protegendo até você voltar.

Quando bate a saudade...